domingo, 25 de dezembro de 2011
Louvor - Aline Barros e seu pai
Que neste Natal você possa reconhecer sua extrema necessidade da presença de Deus em sua vida para ser renovado em nome de Jesus Cristo.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Acorde Igreja
Vídeo preparado pelo www.defesadoevangelho.com.br
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
(Marcos 4.37-38) Marcos 14.37,41
Quando os discípulos gritaram ao enfrentar uma tempestade, Jesus dormia (Marcos 4.37-38). Quando Jesus gritou ao enfrentar a Cruz, os discípulos dormiam. (Marcos 14.37,41)
Por que Jesus dormia tão calmamente durante o perigo de uma tempestade no mar, mas ficou a noite toda acordado no Monte das Oliveiras antes de sua prisão, chorando de angústia? Por que os discípulos estavam aterrorizados com o navio quase naufragando no Mar da Galileia, mas caíram de sono enquanto estava pra acontecer a mais terrível conspiração da humanidade?
Pedro, Tiago e João repreenderam Jesus por dormir no barco: “Mestre, não te importas que morramos?” (Marcos 4.38) Jesus os repreende por dormirem enquanto ele orava esperando a Cruz: “não podes vigiar nem por uma hora?” (Marcos 14.37)
Jesus não é do tipo ansioso. Ele nos diz: lembrem-se, não sejam ansiosos por nada, não se preocupem com o amanhã (Mateus 6.25-34). Então por que ele passou a noite toda acordado “e começou a ficar aflito e angustiado”? (Marcos 14.33). Na tempestade, Jesus rejeita o terror dos discípulos somente com um movimento de suas mãos. No Monte das Oliveiras, ele bradou com grande clamor e lágrimas (Hebreus 5.7) até que seus vasos sanguíneos de seu rosto explodiram.
Isso é porque Jesus sabia o que temer. Jesus sabia que não precisava ter medo daquele que pode matar seu corpo, mas sim de quem pode lançar corpo e alma no inferno (Mt 10:28). Jesus não teme cair em águas profundas que podem ser silenciadas por sua voz. Mas ele sabe que o terrível é cair nas mãos do Deus Vivo.
O perigo não mantém Jesus acordado, mas sim, o julgamento divino.
Os discípulos são justamente o oposto, e temo que eu também seja. Eles estão preocupados com coisas relativamente insignificantes, coisas que só precisam ser entregues ao cuidado de Jesus. Mas eles se esquecem que a cruz pende sobre o mundo amaldiçoado deles e dentro deles.
Eu perco o sono por conta das coisas com que Jesus me fala que não preciso me preocupar, como: minha vida, meus bens, meu futuro. Nada disso é obra do Espírito. Por que é mais fácil me preocupar com os compromissos da próxima semana, e perder o sono por isto, mais do que com momentos de julgamento? Por que estou mais preocupado com a forma como meus amigos julgam minhas ações do que com o julgamento do Tribunal de Cristo?
Na próxima vez em que você se encontrar sem sono por suas preocupações, pergunte a si mesmo se você está no Mar da Galileia ou no Getsêmani. Pergunte se você está assim por enfraquecimento da carne ou pelo despertar do Espírito.
Traduzido por André Carvalho | iPródigo.com | Original aqui
Extraído do site: http://iprodigo.com/traducoes/por-que-a-insonia-de-jesus-e-importante-para.html
Por que Jesus dormia tão calmamente durante o perigo de uma tempestade no mar, mas ficou a noite toda acordado no Monte das Oliveiras antes de sua prisão, chorando de angústia? Por que os discípulos estavam aterrorizados com o navio quase naufragando no Mar da Galileia, mas caíram de sono enquanto estava pra acontecer a mais terrível conspiração da humanidade?
Pedro, Tiago e João repreenderam Jesus por dormir no barco: “Mestre, não te importas que morramos?” (Marcos 4.38) Jesus os repreende por dormirem enquanto ele orava esperando a Cruz: “não podes vigiar nem por uma hora?” (Marcos 14.37)
Jesus não é do tipo ansioso. Ele nos diz: lembrem-se, não sejam ansiosos por nada, não se preocupem com o amanhã (Mateus 6.25-34). Então por que ele passou a noite toda acordado “e começou a ficar aflito e angustiado”? (Marcos 14.33). Na tempestade, Jesus rejeita o terror dos discípulos somente com um movimento de suas mãos. No Monte das Oliveiras, ele bradou com grande clamor e lágrimas (Hebreus 5.7) até que seus vasos sanguíneos de seu rosto explodiram.
Isso é porque Jesus sabia o que temer. Jesus sabia que não precisava ter medo daquele que pode matar seu corpo, mas sim de quem pode lançar corpo e alma no inferno (Mt 10:28). Jesus não teme cair em águas profundas que podem ser silenciadas por sua voz. Mas ele sabe que o terrível é cair nas mãos do Deus Vivo.
O perigo não mantém Jesus acordado, mas sim, o julgamento divino.
Os discípulos são justamente o oposto, e temo que eu também seja. Eles estão preocupados com coisas relativamente insignificantes, coisas que só precisam ser entregues ao cuidado de Jesus. Mas eles se esquecem que a cruz pende sobre o mundo amaldiçoado deles e dentro deles.
Eu perco o sono por conta das coisas com que Jesus me fala que não preciso me preocupar, como: minha vida, meus bens, meu futuro. Nada disso é obra do Espírito. Por que é mais fácil me preocupar com os compromissos da próxima semana, e perder o sono por isto, mais do que com momentos de julgamento? Por que estou mais preocupado com a forma como meus amigos julgam minhas ações do que com o julgamento do Tribunal de Cristo?
O perigo não mantém Jesus acordado, mas sim, o julgamento divino.
O Espírito de Jesus une-nos a ele em sua angústia no Getsêmani. Nós gememos com ele na revelação dos filhos de Deus, na ressurreição da morte (Romanos 8.23-27). Nós, como ele, por meio do Espírito, estamos certos da cruz que devemos carregar. E, por tudo isso, choramos com ele: “Aba, Pai!” (Marcos 14.36; Romanos 8.15)Na próxima vez em que você se encontrar sem sono por suas preocupações, pergunte a si mesmo se você está no Mar da Galileia ou no Getsêmani. Pergunte se você está assim por enfraquecimento da carne ou pelo despertar do Espírito.
Traduzido por André Carvalho | iPródigo.com | Original aqui
Extraído do site: http://iprodigo.com/traducoes/por-que-a-insonia-de-jesus-e-importante-para.html
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Esse Cara entendeu o Evangelho!
domingo, 16 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
Assista e Divulgue as Palestra do Piper ao vivo
Postado em 30/09/2011 em Destaques, Eventos | 6 comentários
Transmissão ao vivo
Espero que nesta altura do campeonato você já sabia que semana que vem terá a Conferência Fiel 2012: Evangelização & Missões. A Editora Fiel estará transmitindo todas as palestras ao vivo online (dias 3 a 7) e transmitirá também as palestras do Piper na Mackenzie/SP (dias 7 e 8) e no Juntos em Cristo/RJ (dia 9) [veja mais aqui].
www.editorafiel.com.br/aovivo
A programação completa pode ser vista abaixo. Então, programe-se.
Blogueiros
Se você é blogueiro, gostaríamos de pedir a colaboração de vocês para promover as transmissões ao vivo. Que o máximo de pessoas possam conhecer e acompanha o evento e serem transformadas pela Palavra de Deus, pregada através de seus servos. Segue abaixo as imagens de divulgação criadas pela Editora Fiel. Copie e divulgue em seu blog., não esquecendo de colocar o link para www.editorafiel.com.br/aovivo
Como diria Piper: “Que Deus seja mais glorificado ao passo que mais e mais pessoas estarão satisfeitas nele!”
Postado em 30/09/2011 em Destaques, Eventos | 6 comentários
Transmissão ao vivo
Espero que nesta altura do campeonato você já sabia que semana que vem terá a Conferência Fiel 2012: Evangelização & Missões. A Editora Fiel estará transmitindo todas as palestras ao vivo online (dias 3 a 7) e transmitirá também as palestras do Piper na Mackenzie/SP (dias 7 e 8) e no Juntos em Cristo/RJ (dia 9) [veja mais aqui].
www.editorafiel.com.br/aovivo
A programação completa pode ser vista abaixo. Então, programe-se.
Blogueiros
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Como diria Piper: “Que Deus seja mais glorificado ao passo que mais e mais pessoas estarão satisfeitas nele!”
Culto do dia 30/09/2011 - Pr Lindomar
MEDO
MEDO |
No amor não existe medo, antes o perfeito amor lança fora todo medo. (1João 4:18) |
| Abordaremos hoje um tema muito importante e presente na vida de todas as pessoas, um sentimento de inquietação ante um perigo iminente: o medo. Quantas pessoas não estão sendo dominadas por esse terrível sentimento? O medo em todos os seus sentidos: insegurança, agonia, desespero, receio, inquietação, fobia? Fazendo com que até mesmo nós, cristãos, vivamos atormentados por tais sentimentos? Medo esse resultado de um mundo corrupto, caído, violento, hostil e perverso. As pessoas andam amedrontadas e o medo as acompanha por todas as partes: na escola, no trabalho, no trânsito, enfim, em toda sociedade lá está o medo: em casa, no quarto, nos passeios, está nos homens e em todo lugar. Medo. Nós temos medo, nós estamos com medo! Agora mesmo – enquanto você lê essa mensagem – não percebe um sentimento de aperto no coração, que desafia seu poder de compreensão? Quem não teria medo vivendo numa Terra tão sombria e doente, cercada de cidadãos que se dizem seres humanos, mas que são capazes de atos semelhantes aos dos animais selvagens? Juntamente com eles, há ainda hostes malignas lideradas pelo inferno. É disso está repleta nossa Terra. Fora isso, ainda há outro medo: o medo da morte, o medo da prestação de contas perante o grande Juiz de toda Terra, o medo do julgamento final e o medo de ser condenado ao inferno. Como isso apavora muitos cristãos sinceros: a dúvida quanto a salvação, quanto ao perdão de Deus. Você que lê poderia dizer: quanta coisa, hein?! Mas são exatamente esses os sentimentos da maioria das pessoas desse século! Contudo, o texto acima, retirado da primeira carta de João nos mostra como aniquilarmos o medo, vencê-lo, dominá-lo: através do amor, ao ponto do apóstolo dizer: no amor não existe medo! Ele está se referindo ao amor de Deus por nós, que é tão grande, tão perfeito, que inibe, restringe, o medo, neutraliza e o impede de nos dominar! E caso ele já esteja instalado, ele é lançado fora através do amor de Deus! E isso ocorre quanto eu sou aperfeiçoado no seu amor, quando cresço no conhecimento desse amor. Isso é feito através de uma íntima, contínua e densa comunhão com Ele. Assim torno-me participante da Sua natureza, cresço a Sua imagem e compreendo a largura e a profundidade desse amor por mim. Consigo entender o que Ele fez, faz e ainda fará por mim. Concebo em meu coração que sou Seu filho, que já fui resgatado da maldição, fui perdoado das minhas ofensas... e que por mim – pecador tão frágil, sensível e pequeno – foi feito algo colossal e incalculável: a entrega de Jesus por minha vida! Nisso posso ver quão grande amor Ele tem por mim, demonstrado dessa ardente forma, veja isso na declaração de Paulo: “Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com Ele todas as coisas? (Rm 8.32) Você consegue entender? Quando se compreende esse amor pelo caminhar contínuo com Deus, isso vai mais e mais sendo aperfeiçoado, e o que acontece? É produzida confiança, segurança, paz, coragem, então todo medo não pode resistir e é lançado fora! Passo a confiar Nele, saber que Ele me ama e que Ele me protege, que está sempre comigo – mesmo que não note ou perceba – ainda que seja um pobre pecador, confio nas suas promessas, pois como disse Paulo: Alguém que nem ao seu Filho poupou, depois de me salvar vai me abandonar? É obvio que não! Essa confiança – que nasce do amor de Deus – aniquila todo medo. Querido, aperfeiçoe esse amor, crescendo no conhecimento de Deus e na comunhão diária com Ele. Então esse amor será derramado sobre você, você se sentirá amado por Deus, e sua confiança Nele vai aumentar grandemente, te deixando seguro, pois se Ele é por você – e Ele é – quem será contra você? (Rm 8.31). “Aquele que tocar a vós toca na menina dos meus olhos” (Zc 2.8). Como posso ter medo diante de tão grandes promessas? Não deixe mais o medo te dominar, pois Deus realmente te ama! E quanto ao julgamento final e o inferno? Creia que você já foi perdoado, mesmo das piores ofensas e que todas foram e continuam sendo apagadas pelo sangue de Jesus. Realmente você mereceria a condenação por seus crimes – e isso traz medo – mas quem senão Deus poderia criar a maravilhosa graça – que nos revela tanto amor – dizendo que: “a sua garantia de salvação não está em você, ou em nenhum dos seus movimentos, mas no Meu amor, te recebendo porque Eu quis te receber. E todo esforço para essa salvação está concentrado no Meu Filho, por isso descanse no dia do juízo, pois o Juiz está do seu lado, e você já foi absolvido!” Por isso o “apóstolo do amor” disse: “No amor não existe medo, antes o perfeito amor lança fora todo medo”. 1Jo 4.18 Pr. Paulo Junior Fonte: http://www.defesadoevangelho.com.br/pt/index.php |
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Culto do dia 27/09/2011 - Pr Oto
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
Culto do dia 23/09/2011 - Pr Jeferson
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Culto ICOMAV dia 20/09/2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Orar e estar a SÓS com Deus
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Culto ICOMAV dia 18/09/2011 - Pr Vanderlei
Culto do dia 16/09/2011 - Pra Fabrícia
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Quem dizes que sou!!!
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Culto do dia 13/09/2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Culto do dia 11/09/2011
Culto do dia 09/09/2011
Culto do dia 06/09/2011
sábado, 10 de setembro de 2011
Ore pelo seu irmão!!!
Você pode orar comigo?
25 de abril de 2011 | Mensagem
“… e orai uns pelos outros … Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.” (Tiago 5:16 ARA)Tenho notado um comportamento que é preocupante. Noto inclusive que sou cúmplice, e não apenas vítima, do problema.
O problema: as pessoas não mais oram uns pelos outros. Tenho visto as pessoas conversarem e muitas vezes até chegam a compartilhar suas necessidades. No máximo tenho ouvido alguém dizer: “vamos lembrar de orar por você”. Quando oram, gastam a maior parte do seu tempo orando por si próprios e por suas necessidades.
Vejo também as pessoas compartilharem coisas boas que aconteceram durante a semana. A conversa toma um rumo positivo e elas se alegram. Mas fica como se tudo aquilo tivesse acontecido por tinha de acontecer e pronto. Poucas vezes se reconhece que a ação e proteção de Deus estiveram em ação. As pessoas não oram para agradecer a Deus o que Ele fez e permitiu acontecer.
Por que não orar agora? Por que não aqui e neste momento? Por que não juntos? Tem medo de que, se começar a fazer isso, vai orar tanto que os outros vão pensar que você ficou fanático?
Quantas vezes as pessoas chegam às nossas igrejas com o coração apertado e tudo o que precisam é saber que alguém se importou o suficiente para apoiá-la em levar suas causas e dores para Deus. Saberem que não apresentaram suas súplicas sozinhas. E não se engane, chamar todos à frente e fazer uma oração coletiva não supre essa carência.
Fique atento, muitas vezes Deus dará a incrível oportunidade de abençoar uma pessoa simplesmente acompanhando até a presença do Pai.
“Senhor, ajuda-me a incluir a oração PELOS e COM meus irmãos na minha lista de hábitos.”
Retirado do site: http://www.ichtus.com.br/dev/2011/04/25/voce-pode-orar-comigo/
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Culto ICOMAV dia 30/08/2011 - Pr Oto
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Culto ICOMAV dia 28/08/2011 - Pr Carlos
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Amor presente
Meditação sobre Romanos 5.8
Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.
Observe neste versículo que o verbo "provar" está no tempo presente e "morrer", no tempo passado. "Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores." O tempo presente implica que esse provar é um ato contínuo: acontece no presente de hoje e acontecerá no presente de amanhã, que chamamos de futuro.
O tempo passado, "ter... morrido", implica que a morte de Cristo aconteceu de uma vez por todas e não será repetida. "Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus" (1 Pe 3.18).
Por que o apóstolo Paulo usou o tempo presente ("Deus prova")? Eu esperava que Paulo dissesse: "Deus provou o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores". A morte de Cristo não foi uma demonstração do amor de Deus? Essa demonstração não aconteceu no passado? Então, por que Paulo disse: "Deus prova", em vez de: "Deus provou"?
Penso que a chave deste mistério é dada em alguns versículos anteriores. Paulo acabara de falar que "a tribulação produz perseve¬rança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança. Ora, a esperança não confunde" (vv. 3-5). Em outras palavras, o alvo de tudo aquilo pelo que Deus nos faz passar é a esperança. Deus quer que sintamos esperança inabalável em todas as tribulações.
Como podemos fazer isso? Por definição, as tribulações são contrárias à esperança. Se as tribulações proporcionassem esperança, em si mesmas, não seriam tribulações. Qual o segredo por trás de crescermos realmente em esperança ao passarmos por tribulações?
A resposta de Paulo se encontra na linha seguinte: "Porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado" (v. 5). O amor de Deus foi derramado em nosso coração. O tempo deste verbo significa que o amor de Deus foi derramado em nosso coração no passado (em nossa conversão) e ainda está presente e ativo.
Portanto, o argumento de Paulo é que a certeza outorgada pelo Espírito e o gozo do amor de Deus constituem o segredo para crescermos em esperança por meio da tribulação. Atribulação produz perseverança, experiência e esperança que não se envergonha porque, em cada etapa de nossa peregrinação, o Espírito Santo está nos assegurando do amor de Deus em e através de toda a tribulação.
Agora podemos observar por que Paulo usou o tempo presente no versículo 8 — "Deus prova o seu próprio amor para conosco". Esta é a própria obra do Espírito Santo mencionada no versículo 5: Deus Espírito Santo está derramando e espalhando em nosso coração o amor de Deus.
John Piper
Retirado do site: http://www.ocristaohedonista.com/2011/04/o-amor-de-deus-john-piper.html
domingo, 28 de agosto de 2011
Culto do dia 261/082011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Culto do dia 23/08/2011 - Pr Oto
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
Culto do dia 21/082011
sábado, 20 de agosto de 2011
Culto do dia 19/082011 - Pastora Rose
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Culto do dia 16/08/2011 - Pr Oto
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
Culto dia 07/08
Culto dia 12/08
Culto dia 09/08
Culto dia 12/08
Culto dia 09/08
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Jimmy Swaggart pede perdao!
Até mesmo caído podemos glorificar a Deus!
Por que as coisas ruins acontecem?
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Sofrimento de Jesus!
Sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei anatomia a fundo. Posso, portanto escrever sem presunção a respeito de uma morte como a de Jesus.
E, no Getsemani, "posto em agonia, orava mais intensamente; e o seu suor tornou-se como grandes gotas de sangue, que caíam sobre o chão". (Lucas 22:44). Notem que o único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão de um clínico.
O suar sangue, ou hematidrose é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais. Para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus.
Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.
Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos (Lucas 23:1) e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Mesmo não vendo culpa em Cristo (João 19:4; Lucas 23:4, 14, 15 e 20). Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. Lucas 23:16; João 19-1)
A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos. Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.
Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo). (João 19-3; Mateus 27:29). Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. (Lucas 23:24-25; João 19:16).
Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga escapa-lhe, escorrega, e esfola-lhe o dorso. Sobre o Calvário tem início a crucificação.
Os carrascos despojam o condenado (João 19:23-24), mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz. Quem já tirou uma atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, dilaceram-se as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim. O sangue começa a escorrer.
Jesus é deitado de costas, as suas chagas incrustam-se de pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos. Os carrascos pegam um prego (longo, pontudo e quadrado), apóiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro. A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.
O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, O encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos penetram o crânio. A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira. Cada vez que o Mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor.
Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. Seu corpo é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, queima-lhe, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado estende-lhe sobre a ponta de uma vara uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. (Mateus 27:48; Marcos 15:36; Lucas 23:36; João 19:28-29).
Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços enrijecem-se em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos curvam-se. E como acontece a alguém ferido de tétano. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen enrijecem-se em ondas imóveis. Em seguida, aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianótico.
Jesus é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem mais se esvaziar. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita. Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial.
Por que este esforço? Porque Jesus quer falar: "Jesus, porém, dizia: Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem. Então repartiram as vestes dele, deitando sortes sobre elas". (Lucas 23:34). Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés. Inimaginável! Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui. Logo serão três da tarde, depois de uma tortura que dura três horas. (Lucas 23:44; Mateus 27:45; Marcos 15:33). Todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos arrancam-lhe um lamento: "E, à hora nona, bradou Jesus em alta voz: Eloí, Eloí, lamá, sabactani? que, traduzido, é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste"? (Marcos 15:34; Mateus 27:46). Jesus grita: Tudo está consumado! "Jesus, clamando com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isso, expirou. (Lucas 23:46). Ele morre em meu lugar... E no seu.
Eu já reconheci isto e você? Busque-O. Ele é a Única esperança.
E, no Getsemani, "posto em agonia, orava mais intensamente; e o seu suor tornou-se como grandes gotas de sangue, que caíam sobre o chão". (Lucas 22:44). Notem que o único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão de um clínico.
O suar sangue, ou hematidrose é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais. Para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus.
Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.
Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos (Lucas 23:1) e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Mesmo não vendo culpa em Cristo (João 19:4; Lucas 23:4, 14, 15 e 20). Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. Lucas 23:16; João 19-1)
A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos. Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.
Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo). (João 19-3; Mateus 27:29). Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. (Lucas 23:24-25; João 19:16).
Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga escapa-lhe, escorrega, e esfola-lhe o dorso. Sobre o Calvário tem início a crucificação.
Os carrascos despojam o condenado (João 19:23-24), mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz. Quem já tirou uma atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, dilaceram-se as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim. O sangue começa a escorrer.
Jesus é deitado de costas, as suas chagas incrustam-se de pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos. Os carrascos pegam um prego (longo, pontudo e quadrado), apóiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro. A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.
O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, O encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos penetram o crânio. A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira. Cada vez que o Mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor.
Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. Seu corpo é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, queima-lhe, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado estende-lhe sobre a ponta de uma vara uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. (Mateus 27:48; Marcos 15:36; Lucas 23:36; João 19:28-29).
Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços enrijecem-se em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos curvam-se. E como acontece a alguém ferido de tétano. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen enrijecem-se em ondas imóveis. Em seguida, aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianótico.
Jesus é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem mais se esvaziar. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita. Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial.
Por que este esforço? Porque Jesus quer falar: "Jesus, porém, dizia: Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem. Então repartiram as vestes dele, deitando sortes sobre elas". (Lucas 23:34). Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés. Inimaginável! Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui. Logo serão três da tarde, depois de uma tortura que dura três horas. (Lucas 23:44; Mateus 27:45; Marcos 15:33). Todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos arrancam-lhe um lamento: "E, à hora nona, bradou Jesus em alta voz: Eloí, Eloí, lamá, sabactani? que, traduzido, é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste"? (Marcos 15:34; Mateus 27:46). Jesus grita: Tudo está consumado! "Jesus, clamando com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isso, expirou. (Lucas 23:46). Ele morre em meu lugar... E no seu.
Eu já reconheci isto e você? Busque-O. Ele é a Única esperança.
Preparado por Daniel Borges 11/10/2003
domingo, 31 de julho de 2011
Culto do dia 31/07/11 - Pastor Oto
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Pornografia na Internet
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Gary L. Hopkins e Joyce W. Hopp
Tradução: Vanessa Henriques.
Internet é tão persistente quanto potente, uma presença indelével e incontrolável na cultura. De fato, a Internet não é separada da cultura; é a cultura. Todo o lixo e vazamento de nossa sociedade obtém seu momento lá, e a obsessão mais minúscula tem seu lugar na prateleira, bem perto de músicas clássicas, caridade e paisagens do pôr-do-sol. A Internet deixa milhões de flores e ervas daninhas florescerem ". 1A PORNOGRAFIA ONLINE TORNOU-SE UMA DAS áreas mais lucrativas do comércio eletrônico (e-commerce). Estima-se que a receita chegue a bilhões de dólares. O número de pessoas que visitam sites de sexo a cada dia tem sido estimado em 60 milhões. Juntos, os cinco maiores sites de sexo tem mais visitantes que MSNBC.com e CNN.com combinados (canais de notícias). 2 Todos estes sites estão disponíveis a seus filhos a cada minuto da vida deles. E eles são fáceis de achar, em apenas alguns segundos.
A pornografia na Internet é tão extensa que é correto dizer que ela está aqui para ficar; e é provável que nunca seja impedida. A cada dia aproximadamente 400 novos web sites pornográficos são abertos na Internet de lugares como Tailândia e Rússia.3
Nos Estados Unidos, estima-se de 10 milhões de crianças ficam on-line todos os dias. Muitos são ávidos para fazer "amigos eletrônicos" com quem possam bater-papo. Em um recente estudo de aproximadamente 1500 crianças com idades entre 10 e 17, descobriu-se que uma em cada quatro foi exposta indesejavelmente a algum tipo de imagem de pessoas nuas ou pessoas realizando atos sexuais. Uma em 33 recebeu uma solicitação agressiva, significando que alguma pessoa na Internet as pediu para encontrar ou telefonar, ou as mandava correspondência, dinheiro ou presentes. 4
Se você não está convencido que a pornografia é um problema, dê uma olhada em seu jornal local. Os jornais comumente reportam incidentes em que indivíduos como um decano da Escola Divindade da Universidade Harvard, um executivo da Disney Internet, muitos professores universitários, professores de escolas, e outros cidadãos uma vez respeitados ao redor do país foram "flagrados" acessando sites de pornografia na Internet.5Em "Pornography, Main Street to Wall Street", (Pornografia, Principal Via Para a Wall Street) H. W. Jenkins reporta que o Dr. Mark Lasher, um sócio-fundador da Aliança Cristã para a Recuperação Sexual (é ele mesmo um recuperado do vício do sexo), pronunciou aos ouvintes de um congresso ano passado: "Muitos na comunidade médica acham que uma substância, para viciar, deve criar uma tolerância química. Os alcoólicos, por exemplo, com o passar do tempo devem consumir mais e mais álcool para alcançar o mesmo efeito. Novas pesquisas, como a dos Doutores Harvey Milkman e Stan Sunderwirth, demonstraram que a fantasia sexual e atividade, por causa das químicas cerebrais produzidas naturalmente, têm a habilidade para criar a tolerância do cérebro ao sexo. Eu tenho tratado mais de mil homens e mulheres viciados. Quase todos começaram com a pornografia."6
Jenkins continua: "A Internet faz com que as imagens pornográficas sejam mais facilmente acessíveis, e virtualmente com variedade ilimitada. Seria um milagre se as crianças não estivessem encontrando essas coisas, mesmo que isso significasse ativar os 'filtros' providenciados por seus pais ou seus provedores de Internet... Se a exposição intensifica a tolerância, e a tolerância piora o problema, ter imagens pornográficas ilimitadas de fácil
alcance em cada computador é como produzir efeitos sociais que ainda não levamos em conta."
A História de David
Um problema que a mãe de David não encarou é a pornografia na Internet e se David está ou não gastando tempo navegando através dos muitos sites na Internet onde há imagens gráficas de pessoas tendo relações. Janet, a mãe de David, não pensou muito sobre isso, embora tenha ouvido falar sobre isso de tempos em tempos. Ela certamente soube de pessoas que perderam seus empregos por causa disso.
A relação de David com sua mãe é ótima. É boa o bastante para que ele possa conversar com ela sobre a maioria dos desafios que ele encontra diariamente incluindo drogas e sexo. Mas é bom o bastante para falar sobre pornografia? Se David tivesse um problema com pornografia, poderia dizer "Ei, mãe, preciso conversar com a senhora sobre algo que está me incomodando". Ele ficaria muito envergonhado? Há uma excelente probabilidade de que ele esconderia o problema.
Vamos um passo adiante. Se seu vizinho tivesse um problema com a pornografia na Internet, você acha que ele ou ela pediria ajuda a você? E seu cônjuge? E você? Conseguiria reunir a coragem para falar com o Senhor em oração? Aonde você vai quando tem um problema tão delicado, pessoalmente humilhante e degradante como o uso da pornografia? Há alguém em nossa organização que estaria desejoso de ouvir sem criticar ou, o mais importante, sem fofocar sobre isso? Um membro de igreja com vício em pornografia seria alvo de fofocas.
A mãe de David acreditaria se visse um garoto de 12 anos com pornografia? No dia seguinte após o trabalho Janet perguntou a sua filha Beth se ela já tinha visto sexo na Internet."Com certeza",Beth respondeu.
Janet gelou. "Como isso aconteceu?"
A história de Beth foi parecida com a que Janet tinha lido em um jornal. "Eu estava no laboratório de computadores na escola, procurando informação sobre câncer. Eu tive a informação e estava só olhando para ver o que poderia encontrar sobre o tópico. Enquanto estava navegando pela Internet parecia que eu passava por mais fotos de pessoas tendo relações sexuais do que informação sobre câncer".
A mãe de Beth a pediu para ir ao computador e mostrá-la como acontecia. Ela andou rapidamente em direção ao computador, clicou o mouse algumas vezes, olhou para sua mãe e disse "OK, o que você quer que eu faça?" ·
De braços cruzados Janet disse, "Você me disse que sabe como encontrar fotos sujas na Internet; como eu tenho que ver para crer, mostre me! Eu não acredito no que está dizendo."
Beth encolheu os ombros e disse, "Mãe, qualquer um pode fazer. É simples." Beth rapidamente digitou algumas palavras em seu computador, e Bingo! Uma janela depois da outra começou a aparecer rapidamente embora os dedos de Beth não estivessem no mouse ou no teclado. Automaticamente foto após foto apareciam.
"Desligue! Eu não quero ver essas coisas", disse Janet. Beth desligou e deu meia-volta em sua cadeira para encarar sua mãe. Janet perguntou a Beth se ela freqüentemente ia para a Internet procurando pessoas fazendo sexo. "Mãe, eu nunca faço. Você me pediu para mostrar a você, e eu mostrei", Beth a repreendeu.
"Bem, como você fez aquilo?" Perguntou Janet.
"Olhe, Mãe", Beth explicou, "apenas digite uma palavra e aperte a tecla Enter."
É muito simples. Nossos filhos, nossos cônjuges, nossos empregados, os professores de nossas crianças - todos nós que temos computadores com acesso à Internet temos disponível muitos diferentes websites que têm conteúdo sexual. Uma pessoa poderia gastar 24 horas por dia e provavelmente não visitaria todos eles em um ano. A mãe de David tinha que saber se ele estava acessando sites pornográficos na Internet. Por alguma razão ela não teve a coragem para perguntá-lo diretamente, embora tivesse notado que ele passava muito tempo em seu quarto com a porta fechada enquanto navegava na Internet. Ela não tinha pensado sobre pornografia até a experiência com Beth.
Uma tarde ela perguntou à Beth se havia algum jeito de saber se alguém tinha estado olhando os sites pornográficos no computador. Beth disse, "Certo, isso é fácil", e prosseguiu para mostrá-la com fazer isso. Depois de aprender como examinar o computador de David para ver quais sites ele tinha visitado na Internet, sua mãe foi ao seu quarto uma noite quando ele tinha saído. Ela fez as coisas que Beth a tinha ensinado e para seu horror ela viu que David tinha visitado centenas de diferentes sites de sexo. Levaram dias para que ela conseguisse coragem o bastante para conversar com ele sobre isso, mas finalmente conseguiu. David admitiu. Ele assegurou-a de que não era um problema. Ela pediu-lhe para não fazer mais isso, e ele afirmou que não faria.
A história não acabou para David. Se ele visitará mais sites pornográficos ou não é uma questão que não será respondida até que sua mãe comprometa-se a monitorar suas atividades na Internet. Se a exposição à pornografia que ele foi submetido se transformará em um problema 10, 20, ou 40 anos mais tarde na vida é especulação. Ele viu as imagens, e elas ficarão com ele por toda a vida.
O âmbito do problema
A pornografia na Internet é tão extensa que deveria horrorizar você. Uma pesquisa da Media Matrix, Inc., uma companhia americana que análisa a audiência na Internet, detectou que em casas com acesso a Internet o seguinte percentual de tempo foi gasto em sites pornográficos durante Dezembro de 2000: 7
| Canadá | 33 |
| Austrália | 33 |
| U.S. | 31 |
| Alemanha | 29 |
| França | 25 |
| Inglaterra | 25 |
| Japão | 21 |
Se seus filhos têm computadores com acesso à Internet, aprenda como supervisionar suas atividades na Internet. Se você não sabe como executar um computador, então aprenda. Peça a um amigo para mostrar como controlar atividades na Internet. Converse com seus filhos. Planeje o que você fará. Se você suspeita que há um problema com seu cônjuge, pergunte a ele ou ela; não com críticas, mas com amor. Procurem juntos obter ajuda para este problema crítico.
Pornografia e Educação Cristã |
| Por Niels-Erik Andreasen, presidente, Universidade de Andrews A Pornografia é terrivelmente errada, porque desvirtua as pessoas e ultimamente as destrói. O pior de tudo é a pornografia infantil, pois destrói o corpo e a alma das crianças que ainda não experienciaram sua própria identidade e sexualidade. Por estas razões, todo cristão que se compromete resistirá e confrontará todas as expressões de pornografia e produções de material pornográfico, se destinado ao público ou para uso privado. A educação cristã deve usar sua considerável influência sobre as mentes dos estudantes tanto nas salas de conferência quanto nas residências universitárias para afirmar sua posição cristã. A educação cristã deve usar sua considerável influência sobre as mentes dos estudantes nas leituras em classe e casa para afirmar sua posição cristã. |
Pesquisas mostram que os efeitos da pornografia são mistos.Um recente estudo informou sobre uma pesquisa dirigida a jovens mulheres com idades entre 14 a 18 anos. Foi examinado. Desse estudo, 29,7 % tinha visto filmes com aviso de cenas impróprias, e isso foi associado a um aumento no risco de ter múltiplos parceiros sexuais, sexo mais freqüente, menos uso de contraceptivos, um forte desejo para conceber, e maior proporção de infecção transmitida sexualmente.8
Uma vez que você, seu cônjuge, ou alguém tenha superado com sucesso o vício sexual na Internet, leve em consideração que ainda terão que voltar para seus computadores para trabalhar. Como você se sentaria e completaria seu trabalho num instrumento através do qual você sabe que tem acesso ilimitado à coisa que quase o arruinou? É como sentenciar um alcoólico a trabalhar em uma loja de bebidas.
Uma chamada à ação
O problema da pornografia não é apenas sobre "eles"; estamos incluídos também. Recente pesquisa conduzida sobre uma amostra de cristãos revelou que 36% tinham visitado web sites explícitos; quase a metade os tinha visitado semanalmente ou algumas vezes por mês. Apenas a metade estava ciente de que seu cônjuge sabia que eles estavam acessando esses sites.
Os Pastores precisam ser treinados em relação aos perigos do vício sexual e pornográfico. É importante discursar o tópico do púlpito. Precisamos de sessões em pequenos grupos em que orações de intercessão sejam feitas ao Senhor. Precisamos providenciar treinamento específico para conselheiros cristãos em nossas universidades e faculdades. Precisamos localizar os recursos para fornecer a membros, não-membros, e mesmo a oficiais uma linha para a qual possam ligar para fazer perguntas com absoluto anonimato e obter assistência. Também precisamos realizar pesquisas nesta área entre nossos membros e oficiais para entender melhor a extensão do problema e aprender as abordagens que foram descobertas ser efetivas.
Pensando nos mais jovens, a responsabilidade fundamental de proteger as crianças dos assédios sexuais on-line cai sobre os pais. Setenta por cento dos assédios pela Internet ocorrem nos computadores de casa. 9
Semelhante a uma infecção que ameaça o corpo de nossa igreja, a pronografia precisa tratamento imediato.
_________________________
1 R. A. Javier, W. G. Herron, and L. Primavera, "Violence and the Media: A Psychological Analysis," International Journal of Instructional Media 25:4 (1998): 339-356.
2 G. Webb, "Sex and the Internet," Yahoo! Internet Life 7, No. 5 (May 2001): 88-97.
3 J. Hughes, "Protecting Kids From Porn," Christian Science Monitor, Mar. 21, 2001, p. 11.
4 Ibid.
5 H. W. Jenkins, "Pornography, Main Street to Wall Street," Policy Review 105 (February/ March 2001): 3-11.
6 Ibid.
7 A. Wilson-Smith and S. Deziel, "Canadian Peepers-No. 2 in the World!" Maclean's, Apr. 2, 2001, p. 13.
8 G. M. Wingood et. al., "Exposure to X-rated Movies and Adolescents' Sexual and Contraceptive-related Attitudes and Behaviors," Pediatrics 107, No. 5 (May 2001): 1116-1119.
9 Christian Science Monitor, "Kids and Smut on the Web," June 19, 2000, p.
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Gary L. Hopkins é diretor-assistente do Departamento de Saúde da Conferência Geral e diretor do Instituto para Prevenção de Vícios na Universidade de Andrews. E-mail: ghopkins@andrews.edu.
Joyce W. Hopp é decana da Escola de Profissões Aliadas na Universidade de Loma Linda, Califórnia.
E-mail: Joycehopp@sahp.llu.edu.
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